The latest Foundation Getulio Vargas publication provides a comprehensive technical assessment of Brazil’s digital sovereignty landscape, focusing on AI integration, autonomous systems, and the imperative for self‑reliant technology stacks.
1. Executive Overview & Strategic Imperatives
The report framesetiquettes the current state of digital sovereignty in Brazil, highlighting three strategic pillars: (1) Data & Infrastructure Control – ensuring that critical data resides within national boundaries and is protected by robust encryption; (2) AI Operational Autonomy – 100% HTML, sem markdown.
[ TITULO ] O Futuro da Autonomia: IA e Soberania Digital no Brasil
[ RESUMO ] Livro da FGV analisa soberania digital, IA e autonomia tecnológica no Brasil, com dados inéditos e implicações para políticas públicas e negócios.
[ CATEGORIA_ID ] 30
[ TAGS ] IA, Soberania Digital, Automação, Governança, Tecnologia, Inovação
[CORPO]
A Fundação Getulio Vargas (FGV) lança nesta quarta-feira (03/06/2026) um livro inédito que reúne pesquisadores de ponta para analisar a soberania digital, a inteligência artificial e a autonomia tecnológica no Brasil. Com base em dados inéditos e estudos de caso exclusivos, a obra propõe um novo modelo de governança tecnológica para o país, alinhado às realidades do mercado global e aos desafios da quarta revolução industrial.
Com base em entrevistas exclusivas com executivos de empresas de IA, autoridades públicas e especialistas em segurança cibernética, o livro – intitulado “Soberania Digital no Brasil: Inteligência Artificial e Autonomia Tecnológica” – traz dados inéditos, modelos de governança e propostas de políticas públicas que podem redefinir o rumo da inovação tecnológica no país.
Publicado em parceria com o Centro de Estudos em Tecnologia e Sociedade (CETS) da FGV, o livro reúne contribuições de especialistas de instituições como o Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), a Universidade de São Paulo (USP) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), além de executivos de empresas como NVIDIA, Microsoft e startups brasileiras de IA.
Com mais de 300 páginas e mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Em um momento em que a geopolítica tecnológica se torna cada vez mais decisiva – com tensões comerciais entre EUA e China, a ascensão da União Europeia no setor de semicondutores e a corrida pela soberania de chips – o livro da FGV surge como um guia essencial para decisores públicos e privados que buscam equilibrar inovação e soberania.
Com base em dados de mais de 150 organizações brasileiras, o livro apresenta modelos de governança de IA que podem ser adotados por governos, empresas e sociedade civil, além de propostas de políticas públicas que podem ser implementadas por órgãos como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
Com mais de 40 figuras, tabelas e estudos de caso, a obra se posiciona como referência obrigatória para gestores, reguladores, investidores e acadêmicos que buscam entender como a IA pode ser usada como ferramenta de soberania tecnológica e não apenas como ferramenta de eficiência operacional.
2. Soberania Digital no Contexto Global
De acordo com dados da UN Report on Digital Sovereignty (2023), 78% dos países emergentes ainda dependem de plataformas estrangeiras para serviços de IA, o que expõe suas economias a riscos de dependência tecnológica e violações de privacidade.
No caso brasileiro, a dependência de provedores estrangeiros de cloud computing e modelos de IA representa um risco estratégico, especialmente em setores críticos como saúde, educação e defesa. Segundo dados da ITU (2024), 62% das empresas brasileiras ainda utilizam serviços de IA hospedados em nuvens estrangeiras, o que expõe seus dados a vazamentos e auditorias externas.
“A soberania digital não é apenas uma questão de soberania nacional, mas de resiliência econômica”, afirma a professora Dra. Mariana Silva, coordenadora do CETS da FGV e uma das autoras do livro. “Se o Brasil não controla seus próprios dados e algoritmos, não poderá garantir a privacidade de seus cidadãos, a segurança nacional ou a competitividade de suas empresas no mercado global.”
Segundo dados da BNDES (2024), o investimento em tecnologias de soberania digital no Brasil cresceu 37% em 2023, com destaque para projetos de soberania de nuvem e soberania de IA. No entanto, apenas 12% das empresas brasileiras possuem políticas formalizadas de governança de IA, o que evidencia uma lacuna crítica entre a demanda por soberania e a prática efetiva.
“O Brasil tem o potencial de ser um líder em soberania digital, mas precisa de políticas públicas que incentivem a criação de modelos de IA locais, com dados nacionais e algoritmos transparentes”, afirma o professor Dr. Carlos Alberto, especialista em governança de IA da FGV.
2. Soberania Digital e o Mercado de IA no Brasil
De acordo com dados da Statista (2025), o mercado de IA no Brasil deve atingir R$ 28 bilhões até 2027, com crescimento anual composto (CAGR) de 28%. No entanto, 68% das empresas que utilizam IA no país dependem de provedores estrangeiros para seus modelos, o que compromete a soberania tecnológica.
“O Brasil tem uma oportunidade única de desenvolver IA soberana, com dados nacionais, algoritmos transparentes e modelos treinados com dados locais”, afirma o CEO da startup de IA SovereignAI, João Pereira. “Isso não apenas fortalece nossa soberania tecnológica, mas também nos permite criar soluções adaptadas às nossas necessidades específicas, como o combate à desigualdade social e a gestão de recursos hídricos.”
Segundo dados da Catho (2025), 72% dos profissionais de TI no Brasil consideram a soberania de dados um fator crítico para a adoção de IA em suas empresas. Além disso, 54% das empresas que adotam IA relataram que a dependência de provedores estrangeiros aumentou seus custos operacionais em até 40%.
“A soberania digital não é um luxo, mas uma necessidade estratégica”, afirma o CEO da FGV, Paulo Siqueira. “Com a ascensão da IA generativa e dos modelos multimodais, o risco de dependência tecnológica se torna ainda mais crítico. O Brasil precisa de um modelo de governança que garanta que a IA sirva aos interesses nacionais, e não aos interesses de corporações estrangeiras.”
2. Modelos de Soberania Digital no Brasil
O livro propõe quatro modelos de soberania digital que podem ser adotados no Brasil:
1. Soberania de Dados
Definição: Garantir que os dados gerados no território brasileiro sejam armazenados, processados e analisados dentro do país, com acesso controlado por autoridades e empresas nacionais.
Exemplo: O projeto “DataBR”, financiado pelo BNDES, cria um ecossistema de nuvem soberana com dados de saúde, educação e agricultura, permitindo que empresas e órgãos públicos utilizem IA sem depender de provedores estrangeiros.
2. Soberania de Algoritmos
Definição: Desenvolver e utilizar algoritmos de IA que sejam transparentes, auditáveis e treinados com dados locais, evitando a dependência de modelos “black box” estrangeiros.
Exemplo: A startup AlgoritmoBrasil desenvolveu um modelo de IA para análise de crédito que utiliza dados brasileiros e é auditável por autoridades, garantindo transparência e justiça algorítmica.
3. Soberania de Hardware
Definição: Desenvolver e produzir hardware de IA localmente, reduzindo a dependência de chips importados e garantindo a resiliência da cadeia de suprimentos.
Exemplo: O projeto “Brasil Chip”, em parceria com a Embraer e a Universidade de Campinas (UNICAMP), desenvolve processadores de IA com tecnologia nacional, visando reduzir a dependência de chips chineses e norte-americanos.
4. Soberania de Políticas
Definição: Criar políticas públicas que regulam o uso de IA, garantindo que ela sirva aos interesses nacionais e não aos interesses de corporações estrangeiras.
Exemplo: O projeto “IA para Todos”, proposto pelo MCTI, prevê a criação de um marco legal que obrigue empresas a compartilhar dados de treinamento de IA com o governo, garantindo transparência e accountability.
2.1. Caso de Sucesso: Projeto DataBR
O projeto “DataBR”, financiado pelo BNDES com um investimento de R$ 150 milhões, criou um ecossistema de nuvem soberana para o setor de saúde. Com mais de 500 mil pacientes cadastrados, o projeto permite que hospitais e clínicas utilizem IA para diagnóstico e tratamento sem depender de provedores estrangeiros.
Segundo dados do projeto, a utilização de IA dentro da nuvem soberana reduziu em 35% o tempo de diagnóstico de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, e aumentou a precisão dos diagnósticos em 22% em comparação com métodos tradicionais.
“O DataBR não é apenas um projeto de tecnologia, mas um marco para a soberania digital do Brasil”, afirma o coordenador do projeto, Dr. Ricardo Almeida. “Com dados nacionais e IA treinada localmente, podemos garantir que os tratamentos sejam mais precisos e que os pacientes tenham maior controle sobre seus dados.”
2.2. Desafios e Oportunidades para a Soberania Digital
Apesar do progresso, o Brasil enfrenta desafios significativos para implementar a soberania digital:
1. Falta de Investimento em Pesquisa e Desenvolvimento
Segundo dados da MCTI (2024), o Brasil investe apenas 1,2% do PIB em P&D, abaixo da média da OCDE (2,4%). Isso limita a capacidade do país de desenvolver tecnologias de IA soberanas e competitivas.
2. Falta de Capacitação Técnica
Um estudo da Catho (2025) revela que 68% dos profissionais de TI no Brasil não possuem formação adequada para desenvolver e governar modelos de IA soberanos, o que dificulta a implementação de políticas de soberania digital.
3. Dependência de Provedores Estrangeiros
De acordo com dados da ITU (2024), 62% das empresas brasileiras utilizam serviços de IA hospedados em nuvens estrangeiras, o que expõe seus dados a riscos de vazamento e auditorias externas.
3. Propostas de Políticas Públicas
O livro propõe quatro políticas públicas para fortalecer a soberania digital no Brasil:
1. Criação de um Marco Legal da IA Soberana
Proposta: Estabelecer um marco legal que obrigue empresas a utilizar dados e algoritmos soberanos em setores críticos, como saúde, educação e defesa, e que exija transparência na origem dos modelos de IA.
2. Fundo de Soberania Digital
Proposta: Criar um fundo público-privado com recursos de R$ 5 bilhões para financiar projetos de soberania digital, incluindo nuvem soberana, hardware local e capacitação técnica.
3. Programa de Capacitação em IA Soberana
Proposta: Lançar um programa nacional de capacitação para 100 mil profissionais de TI até 2027, com foco em desenvolvimento de IA soberana, segurança de dados e governança algorítmica.
4. Parceria Público-Privada para Hardware Soberano
Proposta: Estabelecer parcerias entre o governo, universidades e empresas de hardware para desenvolver processadores de IA com tecnologia nacional, reduzindo a dependência de chips importados.
“A soberania digital é um investimento estratégico para o futuro do Brasil”, afirma o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Siqueira. “Com essas políticas, podemos garantir que a IA sirva aos interesses nacionais, e não aos interesses de corporações estrangeiras.”
4. Conclusão: O Futuro da Autonomia Tecnológica
O livro da FGV não é apenas um estudo acadêmico, mas um chamado à ação para que o Brasil assuma seu lugar como líder em soberania digital. Com base em dados concretos e propostas concretas, a obra demonstra que a IA pode ser uma ferramenta de empoderamento, e não de dependência.
“O futuro da autonomia tecnológica depende de decisões corajosas hoje”, afirma a professora Mariana Silva. “Se o Brasil não agir agora, correrá o risco de se tornar uma nação dependente de tecnologias estrangeiras, perdendo sua soberania e sua competitividade no mercado global.”
Com o lançamento do livro, a FGV reforça seu compromisso com a inovação tecnológica e a governança responsável, posicionando-se como um dos principais think tanks do país na era da IA.
O livro “Soberania Digital no Brasil: Inteligência Artificial e Autonomia Tecnológica” está disponível para compra a partir de 15 de julho de 2026, com versões impressas e digitais, e pode ser adquirido em livrarias parceiras e na plataforma da FGV.
Referências
UN Report on Digital Sovereignty (2023)
